Na vida, no trabalho e no esporte
Anderson Camargo e Valéria Cristina de Mello são o que podemos chamar de "casal 20 do Estoril". Quem frequenta o clube, seja na área do Tênis, seja nos eventos da casa, está habituado a vê-los juntos, sorrindo e participando ativamente do que acontece.
Conheceram-se ainda na infância em Maringá, sua terra natal. Quanto eram adolescentes, começaram um namoro e após cinco meses do início do relacionamento veio a gravidez. Como resultado, casaram-se e nasceu Vinicius Camargo, hoje com 14 anos.
Faz um ano e meio que os três se mudaram para Campo Grande. Quando moravam em Maringá, tinham o costume de frequentar clubes e, com a transferência de Anderson para Campo Grande, cidade onde não tinham parentes, a necessidade de encontrar um espaço de convivência onde pudessem fazer novas amizades os levou a procurar uma opção.
"Perguntei para alguns clientes e eles sugeriram os dois maiores clubes da cidade. Nós escolhemos o Estoril" conta Anderson.
"Buscamos o clube antes mesmo de ver apartamento. Moramos a menos de três quilômetros daqui" explica Valéria.
Há três anos, o filho do casal começou a jogar tênis e eles iam assistir. Depois de um tempo, passaram a praticar o esporte, que foi porta de entrada para novas amizades.
"O pessoal do tênis é animado, são unidos tanto lá quanto aqui em Campo Grande" opina Valéria, que no torneio de Tênis do Estoril ano passado foi homenageada por ser a única mulher na disputa.
Além do tênis, o casal mantém outra paixão esportiva: o Corinthians. "Estava na cláusula do contrato de casamento, tinha que ser corinthiano" brinca Valéria, enquanto ostenta o brasão do clube. "Olha aqui, vim de terno pra dar entrevista hoje" disse, referindo-se à camisa roxa do clube paulista.
Além de compartilharem a rotina de casal, Anderson e Valéria ficam juntos durante o tempo livre. E não é só isso: como os dois são representantes comerciais, também trabalham lado a lado. Tanto tempo de convivência fez com que essa nossa sessão do site, que é de um sócio por mês, abrisse uma exceção para homenegeá-los juntos. Para quem os observa, não existe Anderson sem Valéria e vice-versa.
