ASSOCIAÇÃO LUSO-BRASILEIRA DE CAMPO GRANDE - MS

Essência da ALBMS, caridade mobiliza Idade Feliz

Na quinta-feira (19 de dezembro de 2019), aconteceu o encerramento do ano do chá Idade Feliz. A reunião mensal organizada ao redor de um festival de prêmios, além de divertir as participantes também promove a solidariedade, um dos traços mais essenciais da Associação Luso-Brasileira de Campo Grande MS.

A presidente da ALBMS, Maria de Fátima Corado Gabriel, se surpreendeu com a quantidade de pessoas nesta última edição ao ano. Ao assumir a diretoria, em junho, a média era de 50 pessoas, segundo a presidente, e quase triplicou nos últimos meses. “É gratificante, sinal de sucesso, de que as pessoas estão gostando” disse, avaliando que um dos motivos pode ser a qualidade dos prêmios, que aumentou, tendo inclusive uma televisão desta vez.

O evento reúne público majoritariamente feminino e da terceira idade interessado em uma tarde de descontração, e tem a renda dos ingressos e da compra de cartelas revertidas para a caridade. Uma das organizadoras, Ledir Marques Pedrosa, promove a anos este tipo de atividade. “Fui presidente de um clube filantrópico e ainda sou do Laços do Amor. Onde eu vou faço parceria” explicou. A organizadora disse que teve na infância duas fortes referências no que se refere a se doar ao próximo, na década de sessenta estudou no colégio Nossa Senhora Auxiliadora e aprendeu a ser assim com a Irmã Bartira e com a Irmã Zorzi, “as duas deram muito estímulo e nunca mais parei”. As ações provenientes do Idade Feliz são revertidas para diversas instituições e abrangem todas as idades, da formação de enxoval para doação a famílias carentes com recém-nascidos, a compra de brinquedos, alimentos e assistência aos mais velhos. “Às segundas-feiras ajudamos as crianças e às sextas idosos” afirmou Ledir.

Uma das entidades beneficiadas é a das Discípulas Missionárias da Misericórdia do Pai, localizada na Cidade de Deus. A irmã Delair veio ao Idade Feliz para agradecer pessoalmente o esforço da ALBMS. “Lá é uma região muito pobre, nossa instituição é missionária, não recebe dinheiro de nenhum lugar, não é estadual, não é municipal, vivemos da boa vontade das pessoas. Nesse trabalho atendemos as crianças como extensão do lar, não é nem creche, nem escola, nós cuidamos delas como mãe, damos alimento, ensinamos quem tem dificuldade na escola, lavamos o cabelinho pra tirar piolho, passamos remedinhos quando está machucado, se Deus quiser vamos conseguir dar remedinhos de verme porque algumas tem, esse é nosso trabalho e nós vivemos da bondade das pessoas, as coisas são muito difíceis. Graças ao trabalho da dona Ledir, aqui, há mais de um ano conseguimos complementar a alimentação das crianças de maneira saudável, com verduras e legumes todos os dias em que tem escolinha” afirmou.

A tarde de encerramento do ano também foi especial para homenagear pessoas que fazem parte da história do Idade Feliz. A conselheira da ALBMS, Maria Licínia, por exemplo, foi uma das que, segundo testemunhas, deu um “up” nas reuniões. Por quase vinte anos Licínia se empenhou pessoalmente em buscar promoções e até mesmo viajar a locais com preços melhores para montar prêmios mais sofisticados. “Eu gosto desse movimento. Quando viajávamos era por custo nosso o traslado, enquanto o valor dos convites era empenhado para os prêmios. Às vezes ia de ônibus para Ponta Porã, às vezes de carro com meu marido. Eu chegava cansada mas minha cabeça ficava tranquila, satisfeita” afirmou. Hoje, somando a chegada da idade com as 14 fraturas que tem, acredita que não conseguiria manter o ritmo, apesar de ter boas lembranças. “Passei o bastão. Sinto saudades porque fiz amigas muito boas, pessoas que me reconhecem, que gostam de mim e isso é tão gratificante, quando vc ajuda os outros, você nem calcula o quanto” disse Licínia.

Uma das únicas fundadoras do Idade Feliz viva, Maria Lucília Nossa Ascenço também foi homenageada. A portuguesa conta que veio com 11 anos para o Brasil, e que começou a se integrar à colônia ainda na época do Centro Beneficente Português, localizado na Barão do Rio Branco, perto da Calógeras. A tarde de brincadeira e prêmios começou no início da história do Clube Estoril, entre amigas e fechado a quem era da colônia, até que abriu para outras pessoas posteriormente. “Eu acompanhei sempre meu Clube, eu adoro o Estoril” afirmou.

Texto e fotos de André Patroni.

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